Com junho recorde, rochas ornamentais fecham 2º melhor semestre da história
O setor brasileiro de rochas ornamentais exportou US$ 711,1 milhões no primeiro semestre de 2026, segundo melhor resultado da história para o período. A queda de 4,2% em relação a 2025 se explica pelo recorde absoluto registrado no ano passado, de US$ 742,3 milhões.
Em junho, o setor movimentou US$ 165,2 milhões, alta de 34,1% sobre o mesmo mês de 2025 e o melhor desempenho já registrado para o período. Os Estados Unidos seguem como principal destino das rochas manufaturadas, com US$ 363,6 milhões, mas houve retração de 14,5%. Já a China comprou US$ 144,4 milhões em rochas brutas, crescimento de 34,6% e recorde histórico.
Por tipo de material, o quartzito liderou com US$ 428,5 milhões exportados, avanço de 6,7% e novo recorde. O granito caiu 18,4%, para US$ 199,7 milhões, e o mármore recuou 26,7%, para US$ 35,3 milhões, refletindo a dependência maior desses produtos do mercado americano.
No Espírito Santo, responsável por 76% das exportações nacionais, o semestre somou US$ 544 milhões, queda de 10% sobre 2025. Apesar do recuo, o resultado de 2026 supera todos os semestres anteriores ao recorde do ano passado.